ARTIGO – Carta-frete: Soluções para substituir esta prática

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    ARTIGO – Carta-frete: Soluções para substituir esta prática

    * José Santos

    De acordo com o Instituto Deloitte, aproximadamente R$ 12 bilhões são sonegados no Brasil com o uso de carta-frete, o que pode acarretar na queda de orçamento para ações do setor de transportes, como manutenção das estradas. A modalidade de pagamento feito em papel a caminhoneiros autônomos foi proibida em 2010 pela lei 12.249/10, para dar lugar a soluções digitais, com o objetivo de beneficiar motoristas, empresas e o mercado como um todo.

    A partir de então, foi instituído o pagamento via depósito bancário ou cartão, bem como documentos que constem o Código Identificador da Operação de Transportes (CIOT), contendo todas as informações do contratante, o motorista, a origem, destino, produto transportado, bem como o valor do frete. Os dados são repassados ao Governo Federal pela administradora de meio de pagamentos eletrônicos, agilizando a operação e reduzindo ilegalidades.

    Diversas ferramentas foram criadas e empresas como a TARGET tornaram-se especializadas no assunto, estabelecendo um o processo mais ágil, eficaz e seguro, de forma a evitar multas e sanções às empresas a partir do uso de Vale-Pedágio Obrigatório, cartão pré-pago, TAG do caminhoneiro, emissão de CIOT, entre outras opções.

    É importante estar atento, as fiscalizações são constantes e as multas podem chegar a R$ 90 mil para uma única instituição. Para se ter uma ideia, entre 2011 e 2014, 109.373 empresas foram fiscalizadas e 2.550 autuadas. Este ano, houve três grandes operações para combater a prática. A mais recente, no Centro-Oeste brasileiro, identificou mais de 200 irregularidades. Em janeiro e maio deste ano, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aplicou diversas multas retroativas, referentes a 2013 a 2016, pelo não cumprimento da lei do Pagamento Eletrônico de Frete (PEF), a falta de emissão do CIOT e o Vale-Pedágio Obrigatório.

    O principal alvo das fiscalizações é o uso da carta-frete, que tem como grande problema, além da perda financeira pelas infrações aplicadas, o de enfrentar uma concorrência desleal. A economia e os caminhoneiros também ganham quando se adequam. Com o pagamento de modo eletrônico, mais prático e o mais utilizado atualmente para transações financeiras, o motorista encontra mais segurança, não enfrenta o superfaturamento de preços ao trocar o papel por produtos como combustível, alimentação, estadia etc., uma vez que alguns estabelecimentos chegam a pedir 30% a 50% da carta-frete na troca por produtos, além de manter a livre concorrência em produtos e serviços, tornando o mercado mais atraente e competitivo.

    Confira todas as soluções para tornar o processo ainda mais prático e eficaz no site: http://targetmp.com.br/

    * José Santos é Chief Executive Officer (CEO) da TARGET Meio de Pagamentos.

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